Árvore originária do Brasil, o cajueiro é nativo da região litorânea.

O caju se espalhou pelo país através das castanhas levadas pelos índios. Dele, retiravam alimento e produziam bebidas com o fruto, medicamentos e habitação.

Do ponto de vista nutritivo, é uma fruta muito rica. Seu teor de vitamina C é bem maior que o da laranja. O caju tem ainda quantidades razoáveis de Ferro e de Niacina, uma das vitaminas do Complexo B. A vitamina C age contra infecções, a Niacina combate problemas de pele e o Ferro contribui para a formação do sangue.

Por ser rico também em fibras, o caju é indicado para aumentar a movimentação intestinal. É considerado excelente no combate ao reumatismo e eczemas de pele e, de sua castanha se extrai um óleo muito usado como anti-séptico e no combate a vermes intestinais.

A parte carnosa do caju (que é um pseudofruto) é muito apreciada na forma de bebidas. Já a castanha (fruto), tornou-se especiaria de luxo, indispensável na culinária nordestina e muito difundida em todo o mundo.

A polpa pode ser utilizada na preparação de sucos, sorvetes, vinhos, licores ou doces.